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CFT deve retirar pautas de impacto orçamentário, diz Tia Eron

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Tia Eron - 05-11-2015Relatora de projeto de lei que estabelece a criação de cargos do provimento efetivo e funções comissionadas na Justiça do Trabalho, a deputada federal Tia Eron (PRB-BA) declara que crise econômica dificulta aprovação de aumentos e que Comissão de Finanças e Tributação (CFT) deve retirar pautas de impacto orçamentário nos próximos meses.

“Temos aqui uma campanha pesada, que recepcionamos durante quase quatro meses, e que eu apoio, demonstrei todo o meu apoio”, diz a deputada sobre as reinvindicações dos segmentos por correção e planos de salário.

A deputada informou que, em reunião com os membros do colegiado nesta quinta-feira (5), se debateu a situação do país e o resultado de novas despesas. “Estava discutindo hoje, a portas fechadas, com mais de quarenta deputados que compõem essa comissão para que viéssemos fazendo um paralelo entre a situação real do país, a questão da crise econômica com a criação de despesas que estava chegando a R$ 3 trilhões. Ou seja, uma conta impagável”, analisa.

A parlamentar diz que seu relatório foi favorável, mas que, neste momento, não há condições de se criar novos cargos. “Se eu estou acarretando essa dívida, esse rombo, eu preciso ter uma coerência, uma responsabilidade. A gente cuida sobre isso, então ter a seriedade e o compromisso, de parar e pensar, a possibilidade de encaixar mais essa despesa para essa nação”, declara.

Tia Eron argumentou que a comissão tem quase oito projetos de alto custo aos cofres públicos em tramitação. “Lamentavelmente, a gente não consegue fazer com que essa despesa seja acrescida neste exato momento. Penso, e até sugeri à presidente, que nesse ínterim, em que estamos caminhando para o final do ano primeiro da legislatura, que não estivesse mais pautando projetos que tratam sobre essa questão de cada segmento na criação de plano de cargo e salário”, ressalta.

A maioria dos parlamentares da CFT assinou requerimento para a retirada de pauta dos projetos que criam cargos, planos e correção de salários. “Se não cabe para o Tribunal de Trabalho, que eu faço questão de defender, e quem for ver o relatório vai ver que foi um relatório favorável para que viesse fazer a devida correção. A maioria do colegiado assinou para que retirasse até esse ano toda e qualquer discussão, ou projeto nesse sentido”, conclui.

Assessoria

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